Pan Cake da Catharine Hill

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Em outubro fui pra São Paulo fazer um Curso de Maquiagem Profissional na Catharine Hill. Pra quem não sabe, a marca é bem querida por muitos maquiadores. A maioria conhece pela paleta de sombras de capa de CD (quem conhece?). Pra mim, foi uma das maiores referências quando comecei a maquiar e fazer o curso lá foi bem importante e aprendi demais.

Uma das coisas que descobri lá no curso foi o pan cake. Foi uma das primeiras coisas que comprei quando comecei a me maquiar há muito tempo e no passado ficou. Nunca imaginei que curtiria usar um produto que tinha muito preconceito antes. MESMO!

As cores amareladas que esse produto são somente duas: 03 (mais escura) e 09 (mais clara). Todas as outras são feitas pra quem tem pele rosada.

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A embalagem é daquelas que vem com uma esponjinha embaixo, sabe? E bem resistente. Curti bastante e só usava elas em todas as minhas modelos do curso ahaha.

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A aplicação é feita molhando o produto com água. Eu uso um spray e depois retiro com um pincel e aplico no rosto da cliente. Acho que o acabamento com pincel fica melhor do que com a esponja, mas isso vai de cada um.

A cobertura é alta e é pra quem gosta de pele matte. Ela fica BEM sequinha e dura bastante tempo. É ideal pra quem tem pele oleosa e pra climas quentes (oi, Belém!). O único “porém” de quem não é profissional comprar é que, provavelmente, vai ter que comprar duas cores pra ir construindo a “sua cor”. Já usei em clientes bem branquinhas a 09, mas em mim e na maioria dos casos é preciso misturar com o mais escuro (03).

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Chora com essa cobertura!

Eu curto bastante bases com cobertura alta e essa não precisa nem usar corretivo. A foto que tirei foi só usando o pan cake mesmo. Tô completamente apaixonada e só consigo usar essa!

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Antes e depois da Gabi usando o Pan Cake. 

 

Tem pra vender aqui na loja da Catharine Hill e custa R$51,06.

Curtiram?

Beijos,

Nay.

 

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Como limpar suas esponjas de maquiagem!

Vocês sabiam que a limpeza dos seus instrumentos de maquiagem é MUITO importante, né? Se não sabia, é melhor começar olhar agora pro lugar onde você guarda seus pincéis e suas esponjas. Não é só o maquiador que precisa limpar seus materiais com frequência, viu? A esponja suja de base pode acumular bactérias e poeira que vai direto pro seu rosto. Então, nada de procrastinar a limpeza delas, pfv.

Ok, sabendo disso chega a pergunta mais pertinente: como lavá-las? Depois dessa pergunta bate uma preguiça automática. Ninguém curte lavar pincéis pelo motivo de “dá muito trabalho”. Dá mesmo, mas obviamente é necessário e fora de cogitação não lavá-los por questão de higiene. O mesmo não acontece com as esponjinhas. Sou maquiadora, mas só utilizo as esponjas em mim, então de 15 em 15 dias é hora de deixá-las limpinhas. Acha que é difícil? Não é na-da.

Parece, mas não é receita de cozinha.

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Você vai precisar de :

  • Água morna;
  • “Vanish” ou qualquer outro tira-manchas;
  • e só.

Simples assim 🙂

Esquento um pouquinho de água no microondas e acrescento 1/4 de uma medida do tira-manchas. A medida é feita “a olho”, ou seja, não tem medida certa. Depende da quantidade de esponjas que você precisa lavar rs.

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Com um garfo bata a “receita” que nem bate clara de ovo. Se você não sabe como bate clara de ovo miga não tem como te ajudar. Fica uma espuma delícia. Depois é só jogar os sujinhos.

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A espuma vai baixar e, não, você não fez nada de errado. Dá certo no final das contas. O legal é limpar as esponjas que vem no pó compacto e as esponjas de base melhorzinhas. Os “queijos” de aplicação de base tem um prazo de validade curto. Se danificar um pouco o momento é de se livrar dele e comprar outro. Não se apega não!

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Deixei um dia “de molho” na água com o tira-manchas e depois enxaguei na água corrente. É super fácil e você não precisa ficar com a mão doendo de tanto esfregar a esponja com shampoo de bebê pra tirar a cera das bases.

Tem um jeito de limpar suas esponjas diferente e que funciona?

Conta pra gente! Queremos saber.

Beijos mil ;*

 

Batom Nudelili da “Quem Disse, Berenice?”

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Acho que já deu pra perceber que eu gosto um pouquiiinho de batom líquido, né? Gosto pela praticidade principalmente. De todos os líquidos que já testei meus favoritos (e o de quase todo mundo) são os da Quem Disse, Berenice? e os da Lime Crime. Falamos (aqui) sobre o lançamento do batom líquido matte da marca nacional. Na verdade, falamos sobre o que deu pra comprar, já que eles esgotaram em horas e só restava, em quase todas as lojas, o “desprezado” laranja. O tal laranja é a única cor que eu nunca teria da marca. Todas as outras são lindas! O Nudelili uma amiga me deu de aniversário. Era um dos que eu mais queria, mas nunca encontrava, porque, aparentemente, todas queriam também ahaha.

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O grande motivo de todo mundo amar os batons líquidos da marca é a qualidade. O nudelili segue com a mesma qualidade das outras cores. E é uma cor linda <3. Um nude-pêssego-rosado sem ser aquela boca apagada, sabe? Achei uma cor bem democrática, por ficar bem em quase todo mundo. Resumo da ópera: sigo apaixonada pelos batons da marca. Apliquei o batom ao meio dia, almocei e ele permaneceu lá. Só depois de umas 5 horas que foi começando a sair. Duração aprovadíssima.

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Amei o Nudelili, por mais que ele não seja nude MESMO. Prefiro batons com essa tonalidade (vide meu amor pelo Pink Plaid e Please Me da M.A.C). Ele custa R$31,90 e tem pra vender na loja física e na loja virtual.

Curtiram?

Beijos mil ;*

Batom Queen nº06

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Tem algum tempo que eu quero testar os batons da marca Queen, mas nunca consigo. Da última vez que tentei comprar em uma ida ao comércio, não tinha em lugar nenhum. Sold out total! Então alguma coisa boa tem, não é? Como uma amante de batons, vou fazer uma resenha sincera pra você que pode ter algum tipo de preconceito pelos BBB’s (bons, bonitos e baratos).

O escolhido foi o nº06. Primeira consideração: fabricantes, por favor, façam batons com n o m e s. Nunca vou superar a confusão mental que é viver em um mundo em que você precisa decorar além do número do seu RG, CPF, o número de batons. É muito mais prático dar nomes pros batons <3.

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A embalagem do nº06 (aff) é bem deliciada. Mas beeeeeeeeem delicada mesmo. Comparada a outros batons mais “carinhos” ela perde bastante, mas alguma coisa precisa ser cortada pra reduzir o custo e deixar com um precinho acessível, não é?

O cheiro não é dos mais agradáveis mesmo. Se tem uma coisa que me incomoda é cheiro ruim. Não é insuportável, mas tem um cheiro de cera bem forte. O lado positivo dessa história é que ele some bem rapidinho.

Agora que chega a parte interessante: ele é bom MESMO! Fácil de aplicar e a cor é linda. Além de durar muito. Ele é bem sequinho/matte e não estourou a minha boca mesmo passando o dia todo com ele. Comi, tomei muita água e nada dele sair. Só no “meio” dos lábios que saiu pouquinho, mas nem foi muito.

Duração e cor aprovada!

Por sinal, falando em cor, vocês notaram alguma semelhança?

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Ele é super parecido com o Rebel da M.A.C. Super mesmo. A diferença mais gritante é apenas o acabamento. O da Queen é matte e o da M.A.C é Satin (muito pigmentado com um pouco de brilho). É meu segundo acabamento preferido da marca. Resumindo: fiquei muito dividida hahaha.

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A média de preço dos batons da Queen é de 10 reais. Demais, né? O preço varia muito de loja pra loja. Vale a pena correr atrás pra comprar.

Já testaram outras cores? Elas são boas assim?

Beijos mil! ;*

Matte Bronze da M.A.C

 

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Tem coleções da M.A.C que apenas precisam existir pra já querermos. A paixão começa pela embalagem. Assim começou com a Coleção Wash & Dry da M.A.C. Dei de cara com ela no free shop maravilhoso incrível coisa ruim pro nosso bolso lá de Buenos Aires e tinha que levar algo. Não tinha como! Como amo bronzer, foi ele mesmo que veio comigo pra Belém. O nome dele é “Matte Bronze” que descreve, ao pé da letra, como o produto é: um bronzer matte ahaha.

 

Achei a cor linda. É perfeito pra quem tem pele branca/morena clara, pois fica bem suave e delicado. Claro que as super branquinhas precisam passar com cuidado (cuidado com to-do e qualquer  bronzer, viu?), mas ele é lindo!

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Bronzer sem brilho é tudo na vida, pois une o útil ao agradável que é o bronzeado e um contorno ahaha 🙂

Acabei de ver no site que ele já está esgotado, maaas ainda tem outros produtos da coleção aqui. Quase saio de lá com um batom. Não sai por ter prometido que ia maneirar com o vício, porém acabei comprando mais 2 novos que depois vão aparecer por aqui rs.

Curtem bronzer que nem a gente?

Beijos mil ;*

Batons Líquidos da Dailus Pro

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Passei muito tempo até ter os meus batons líquidos da Dailus Pro. Honestamente? Sempre quis, mas sempre esquecia de comprar. Quando lembrava não tinha mais na loja. Quando ia comprar um monte on line, via que não precisava gastar esse tanto de dinheiro com mais batom. O fato é que eu sempre quis, mas nunca dava certo. Sempre tinha uma pedra entre o meu caminho e o dos batons líquidos da Dailus. Até que eu fui um dia na farmácia e tinham 3 cores que eu queria muito! Lógico que não perdi essa oportunidade de testar e falar as minhas impressões pra vocês.

Comprei 3 cores: Jetés (vinho escuro), Colan Marsalla (marsala) e Sissone (caramelo rosado).

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Começando pelo meu favorito dos três: O nude Sissone. Sim! Curto bastante nudes agora hahaha. Ele é um caramelo rosado e é muuuito lindo. Fiquei super apaixonada por ele. Achei que ele seca em uma velocidade “ok”. Não é rápido, mas amei a cor.

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A cor Colan Marsalla foi a que secou mais rapidamente. A cor é linda e já usei 2 dias seguidos. É um neutro, só que mais fortinho. Já tinha lido que essa “leva” de novas cores desses batons vieram melhores. De fato esse é melhor que os outros de um modo geral.

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Por último, o Jetés. Ele é um vinho bem escuro. A cor é linda, mas achei ele bem chatinho de aplicar. Infelizmente, pois amo esse tom. Dá pra usar, fica legal, maaaaaas poderia ser melhor.

De um modo geral curti bastante os batons da Dailus. Não são melhores do que os da Lime Crime, nem os da Quem Disse, Berenice?, mas são bons e cumprem o seu papel. O valor é super ‘ok’ também. Custou 24 dinheiros em uma farmácia aqui de Belém. Legal, né? Uma opção acessível.

E vocês? Curtem os batons da Dailus Pro?

Beijos mil :*

 

Base Le Teint Encre De Peau da YSL

Primeiro justificando o sumiço, por motivos de ninguém merece sumir do mapa por mais de um mês. O lenga lenga do TCC da pós já terminou e, finalmente, sou uma pessoa livree!!! Depois vieram as férias e tenho certeza que estar de férias é uma justificativa mais do que suficiente ahah.

Falando do que realmente interessa, vamos de base ryca por aqui. Sempre fui M.A.C Lover por motivos de curtir muito as bases e por motivos de pobreza também. Assumo. #classemédiasofre

Obviamente que se eu deixasse de comprar tanto batom sempre teria bases desse tipo, mas isso é assunto pra psicólogo mesmo ahaha.

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No Free Shop “incri” de Buenos Aires, dentre as milhares de coisas lá, lembrei que sempre quis ter uma base da YSL por elas serem tãao bem faladas. Logo, pedi encarecidamente para ser presenteada com ela e meus pedidos foram atendidos (!!!!!). Já tinha ouvido super bem da base Le Teint Encre de Peau. Claro que nem lembrei do nome gigantesco, mas vi a propaganda. Esqueço até meu nome, mas de maquiagem nunca!

Vamos ver o que a marca fala da base:

A arte de um tom de pele perfeito sem compromisso, 24 horas de uso e conforto. Base impecável para um acabamento com efeito mate perfeitamente igual e luminoso.
Uma nova tecnologia híbrida para uma textura tão leve e fina como uma tinta, embora perfeitamente oculta.
O resultado é natural e imperceptível, oferecendo a todas mulheres a liberdade de um tom de pele perfeito o dia todo.

 

Começando pela embalagem: é linda. Particularmente eu achei bem prática. Vi algumas pessoas reclamando e dizendo que acham em “pump” bem melhor pra retirar o produto, mas eu curti bastante esse formato de “caneta tinteiro”. Como sempre… Gosto “vareia”, né, gente?

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Sem base (à esquerda) e com base (à direita)

A minha cor é a Cool Sand BR40. Reparei que, na foto, ela pode parecer levemente mais clara, mas é só a foto mesmo e os efeitos do sol na cara. Ela tem uma cobertura média/alta incrível. O toque dela é demais. Parece que você tá com uma pele de pêssego dos sonhos.

Uma das coisas que eu curti mais foi esse acabamento seco sem ser total mate, sabe? Meio que abandonei o uso do pó compacto esses tempos e essas bases com esse efeito mais “natural” ficam mais lindas sem usar pó de qualquer tipo. Claro que tem dias em Belém que não-tem-como-mesmo. Tem que passar alguma coisa pra não ficar com a cara derretendo.

Achei a duração ótima também. Fiquei de tarde até a noite com ela. Sem maiores problemas.

Já falamos de muitas qualidades, mas tinha que ter um defeito: o preço. Ela custou $57 no free shop e, pra mim, é super caro. Ainda mais com o dólar a esse preço. Mas se você ama bases e tem uma graninha pra gastar… Perfeito! Se joga.

Ela ainda não é vendida aqui no Brasil, mas é questão de tempo. Enquanto isso você pode encontrar na gringa e dos free shops da vida.

O Novo Corte Terapêutico!

Fui convidada pela minha chefinha, Manuella Barbosa do Manuella Hair Club, a conhecer o novo corte terapêutico. Ter cabelo loiro não é fácil e disso todo mundo sabe. Mesmo cuidando bem dos cabelos e usando os melhores produtos ele realmente danifica. Com isso aparecem as pontas duplas, mas sabe como é, né? Não conseguimos sempre cortar tudo fora. Ultimamente ando super apegada ao meu cabelo e não quero cortar curto de novo logicamente até enjoar. O que não deve demorar muito ahahah! É aí que entra o Corte Terapêutico (ou Corte Bordado). Ele tira exatamente “o que não presta”. É ponta dupla e ressecada? Vai cair fora.

Esse corte era feito com tesoura mesmo, mas daí chegou uma novidade que mudou tudo. É uma máquina que faz exatamente isso! Demais, né?

Postamos um videozinho no @shakeitblog mostrando como a máquina funciona na prática que você ver aqui por algum motivo não conseguimos colocar o vídeo aqui, maaas tá valendo.
Não “puxa” nem faz nada com os cabelos, viu? É super tranquilo. Dá uma olhadinha no “antes e depois” de passar pelo novo Corte Terapêutico.

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Não se assustem com o “antes”, pfv. É um cabelo-não-modelado.

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Esse é o “depois”. Aproveitei e pedi pro Glauber, que fez o corte terapêutico,  tirar só as pontinhas do meu cabelo que já estavam o mortas mesmo.

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Pronto! Agora já tô super decente depois de ele escovar um pouquinho. A diferença no toque é incrível. Realmente dá pra sentir. Você vê exatamente a quantidade de cabelo/pontas duplas e ressecadas que saem. São milhares (no meu caso ahah). É uma excelente opção pra quem quer tirar “só as pontinhas”, mas não quer perder no comprimento.

Esse procedimento é meio demoradinho, então vá com tempo ao salão. Como tenho pouquíssimo cabelo, durou aproximadamente 30 minutos, mas normalmente leva aproximadamente 1 hora. Ele pega mecha por mecha do seu cabelo e passa a máquina várias vezes. Vale super a pena!

O Corte Terapêutico com essa máquina só é realizado na Unidade Pariquis do Manuella Hair Club!

Gostaram da novidade? Nós amamos!

Beijos mil! :*

Serviço:

Unidade Pariquis

R. Pariquis, 2509, Cremação
Tel: 91 4009-9901 | 8286-0073

Babi: do liso até o cacheado natural e a saga do ruivo desejado

 Shakeitconvida

Sabemos obviamente que, além dos nossos dois tipos de cabelo, meu + o da Nay, existem milhares e milhares de tipos e cores diferentes entre as pessoas que acompanham o nosso blog e, como não existe O cabelo universal — GRAÇAS E AMÉM, né? Afinal essa é a maravilha da diversidade –,  achamos que seria super demais convidar uma amiga para falar de mais um tipo de cabelo: os cacheados com coloração <3. Por isso, chamamos a Babi Santos (designer linda e talentosa) para falar de toda a saga com os seus cabelos, que já passou por vários tons até chegar o ruivo e, claro, para contar sobre a maravilha que é deixar de alisar o cabelo e viver o seu cacheado natural. O resultado desse convite? Adoramos! A Babi deu mil dicas: de coloração até o processo da volta dos cachos. Vejam aí:

De castanho/preto/chocolate para o ruivo 

Babi Santos

Nunca fui muito conformada com meu cabelo, mudava a cor, o corte, a forma… Bastava passar uns meses com a mesma cara que cansava de me olhar no espelho. Agora, há 4 anos que uso a mesma cor nos fios, a última vez que isso aconteceu eu era criança – e olhe lá, que minha mãe também era chegada em umas mudanças.

A cor natural do meu cabelo, segundo o cabeleireiro, é louro escuro, que na prática funciona como um castanho claro. A primeira vez que pintei foi de vermelho, com 12 anos. Lembro até hoje de sair do salão com uma blusa vermelha, cabelo vermelho, batom vermelho, e encontrar a cara de assustada do meu pai esperando dentro do carro. Entre os 12 e os 19 passei por vários tons de tintura: acaju, preto, Borgonha (fica entre um tom vermelho escuro – vinho), chocolate, mechas em cima, mechas embaixo, mechas atrás (…). E então, quando fiz 18 anos decidi que queria-porque-queria ter o cabelo “ruivo laranjinha” ou “ruivo cenoura”, mas acabava nunca indo ao salão. Minha amiga Ketlen era minha cabeleireira oficial, a gente procurava tutoriais, blogs, começamos a entender de tintas, pontuações, quais nuances deveríamos usar, e no fim de 2011 fizemos a primeira tentativa de me deixar com o cabelo ruivo acobreado: fuen! Saí da casa dela com o cabelo super cereja e dois dias depois resolvi ir ao salão consertar a cagada.cabelo.09-10

O cabeleireiro fez um processo chamado rissagem, em que primeiro se passa tinta no cabelo e depois descolorante por cima da tinta, ou seja, nunca precisei descolorir meu cabelo por inteiro, ele sempre teve facilidade de pegar cores claras, portanto a rissagem bastou. Saí do salão feliz da vida, com cabelo ruivo-cenourinha e muita ampola pros fios aguentarem.

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Como entender as tintas

Daí pra frente precisei entender mais sobre pontuações das tintas para manter a cor dos fios, procurava coisas na internet e ia até a loja Planeta Cosméticos (Belém – Av. Pres. Vargas) descobrir o que tinha disponível na cidade. Tentando explicar de forma resumida, quem quer ficar ruiva acobreada deve entender que a pontuação da sua tinta geralmente começa com 7 (loiro médio) ou 8 (loiro claro), salvo algumas tinturas que começam com 6 (loiro escuro) e mesmo assim conseguem clarear. Essa numeração antes do ponto é que define qual é a tonalidade principal da tinta, e a numeração depois do ponto indica quais as nuances e tons que a coloração agrega. No caso do ruivo acobreado, usualmente as numerações seguidas do ponto são o .4 (cobre, responsável pelo tom de laranja) ou .3 (dourado, que garante aquela tonalidade de ruivo natural), sendo que algumas tintas são .34 ou .43, ou seja, uma tinta 7.34 é Loiro Médio Dourado Acobreado. O primeiro número depois do ponto define qual nuance virá com maior intensidade: usando o mesmo exemplo, na tinta 7.34 o tom dourado é mais forte que o cobre. Se você quiser uma cor laranja fantasia, precisa procurar uma tinta 7.44 (loiro médio cobre extra, por causa da repetição do número 4) ou 7.40 (loiro médio cobre “puro”, sem mistura com outra nuance).

Essa regra é geral, mas nem sempre se aplica porque algumas marcas trocam a numeração de suas colorações. A Igora, por exemplo, utiliza a numeração 7.7 (parece que mudou para 7.70), que é a equivalente a um 7.4. Falando na Igora, acho que essa tintura foi a que mais gostei até hoje, mas sempre está em falta na Planeta Cosméticos. Se souberem de outro lugar que venda por um preço que não me valha os olhos, me avisem pls* (final do texto).

Além da Igora, outra tinta que recomendo é a C. Kamura 7.40 (mais barata e mais fácil de encontrar em Belém), pela lógica da numeração ela é predominantemente laranjada, e é isso mesmo. No primeiro dia que pinto acho a cor muito fantasia, mas com algumas lavagens fica um tom de ruivo lindo. Lembrando que isso varia de cabelo para cabelo, uma amiga pinta com ela e de primeira fica o tom que ela gosta. A desvantagem dessa tinta é que ela desbota mais rápido do que a Igora.

É bom ter em mente que, por mais que a tinta seja cara, o sol, chuva, lavagens, poeira, etc, desbotam a cor dos fios, deixando-os opacos e com tom de água-de-salsicha. Para resolver isso não é tão difícil, existem tonalizantes disponíveis na Planeta Cosméticos como o Keraton Cobre (ou Canela) e o C. Kamura Cobre que são muito simples de passar, no banho mesmo, e não contém amônia. Ainda da marca Keraton, aconselho a comprar o Crazy Orange, uma tintura provisória para cores fantasia, como laranja, verde, azul… Como não é permanente, ela não contem amônia, e você pode misturar ao creme de hidratação na proporção de 1:2 (uma colher de tonalizante para duas de creme) e passar uma vez por semana, como uma hidratação comum. Lembrando que o creme tem que ser branco.

Do liso para o cacheado

O início dos anos 2000 teve disso: cabelo bonito é cabelo liso. Surgiram 3652145 tipos de escovas, e eu me rendi à famosa e pioneira Escova Definitiva. Comecei fazendo processos de relaxamento, porque queria só reduzir o volume, mas acabei alisando cada vez mais e no meu período de Convênio, em 2008, assumi o visual liso total. A verdade é que foi por pura falta de saber como lidar com minha jubinha, eu não entendia que cabelo cacheado tem volume SIM, fica bagunçado SIM, NÃO PODE partir do meio e dá trabalho ATÉ DEMAIS. Até então achava que deveria só lavar e sair na rua pra ver o que acontece. Desastre, né?

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Então em 2012 decidi que queria começar a deixar o cabelo natural crescer, e foram meses de estica, puxa e enrola. Acho que passei uns 7 meses esperando ele crescer o suficiente pra que desse para cortar e deixar natural, mas enquanto isso experimentei usar todo liso e meio-liso-meio-cacheado. Para chegar nesse último resultado eu aproveitava que metade dele já estava cacheado e tentava cachear só as pontas, geralmente passava uma pomada texturizadora, dormia com duas tranças e no outro dia as pontas estavam onduladas, mas esse efeito durava pouco e era um saco ter que ficar ajeitando o cabelo durante o dia, ou vê-lo se desfazer em 5 minutos numa festa calorenta de Belém.

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Passar pelo processo de mudança do liso para o cacheado é um saco, nós sabemos, mas vale super a pena se você quer voltar a lidar com as madeixas naturais. Meu conselho: paciência. Tem que ir testando como fica melhor conforme ele vai crescendo, tenta de um jeito, tenta de outro, pesquisa coisas na internet… Tudo pra que esse processo seja o menos traumático possível. E no final, minha gente, só alegria!

Luiza:

Durante um bom tempo comprei Igora na Raf Mix, uma loja que ficava na Padre Eutíquio, ao lado do colégio Santa Rosa.  Qualquer pessoa podia comprar lá, não era só para profissionais de salão. Não era tão barato quando Planeta Cosméticos, mas na época custava em torno de R$ 32 um tubinho de Igora. Tivemos notícias de que a loja fechou 😦 Fazia mesmo um bom tempo que não passava ou tentava comprar lá (tenho comprado pela internet). Então, se alguém tiver alguma dica válida, avisa! 🙂 

E então, curtiram o Shake It Convida?

Obrigada por ter topado o convite, Babi!

Um beijo e bom final de semana.

 

Penteado com Twist facinho facinho

Chegou sexta-feira e nós decidimos te dar uma ajudinha na hora de se arrumar pra ir pra um barzinho-balada-formatura-casamento. Dessa vez não é tutorial de maquiagem. Como vocês sabem ou não eu sou maquiadora no salão Manuella Hair Club da Unidade Pariquis aqui em Belém e resolvi pedir ajuda pra Audilena Paixão que saca muito de penteados.

Pensamos em ensinar algo bem facinho e que dê pra você fazer em poucos minutos. Você só vai precisar de um pente e alguns grampos grandes. Vamo ver então como faz?

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  1. Sequei meu cabelo ao ar livre mesmo Se você quiser escovar antes não tem problema, mas achamos que fica lindo com o cabelo natural.
  2. Divida seu cabelo em duas partes com a ajuda de um pente. O meu foi pro lado. Como se estivesse fazendo uma trança com duas mechas faça o twist famouso torcidinho em uma das laterais. Finalize prendendo com um grampo grande.
  3. Faça a mesma coisa do outro lado.
  4. Junte as duas partes e torça a parte que sobrou do seu cabelo.
  5. Prenda no final, o restante do cabelo torcido, em forma de coque.
  6. E tá pronto!

Gostaram do resultado? É muito fácil de fazer e não usamos nem spray e nem pomada pra finalizar.  Se você sentir necessidade reforce os grampos e use um spray fixador. O legal desse penteado é deixar  meio bagunçadinho mesmo.

Diz o que você achou pra gente? Se vocês gostarem sempre traremos sugestões de coisas práticas pros finais de semana.

Beijos mil ;**

 

Serviço:

Unidade Pariquis

R. Pariquis, 2509, Cremação
Tel: 91 4009-9901 | 8286-0073

Unidade Connext

Trav. Dom Romualdo de Seixas, 1560 Loja 3, Ed. Connext | Belém/PA
Tel: 91 3222- 5080 | 8286-0076