Entenda sobre o Boicote à Lime Crime

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Quando falei sobre os batons da “Quem Disse, Berenice?” na semana passada (aqui) citei uma polêmica envolvendo a Lime Crime. Só citei, né? De certa forma me sinto na obrigação de informar a todo mundo que se interessa sobre o que está acontecendo, já que, por muitas vezes, fizemos resenhas positivas sobre os produtos da marca e não queremos que ninguém se sinta lesado/enganado com essas indicações que fazemos aqui no Shake it. Da mesma forma que, ao que parece, o público da marca aqui no Brasil não está acompanhando direito e, de fato, as informações são bem confusas. Por isso decidimos fazer um post explicando tudo pra que não restem dúvidas e, se restem, que venham a ser solucionadas.

Falha de segurança no site e roubo de dados

A confusão começou quando algumas clientes da Lime Crime vieram reclamar de compras que nunca haviam sido realizadas. De outubro de 2014 a fevereiro de 2015 houve uma falha de segurança no site da marca e as informações de cartão de crédito foram furtadas, acarretando em várias compras não autorizadas nos cartões dos consumidores lesados. Não foi pouco dinheiro não! Tem casos de pessoas que “perderam” quase 2.000 Obamas.

Até aí tudo bem. Falha na segurança acontece, né? Só que a marca fez o inesperado para controlar a crise. Assumiu o roubo de informações e disse para os consumidores lesados procurarem a justiça, não tomando nem uma posição para resolver o problema de um montão de gente. Bacana, né? #sqn

Ou seja: de Outubro de 2014 a Fevereiro de 2015 as informações dos clientes foram roubadas e a marca não fez nada pra resolver, mesmo com o intervalo de tempo consideravelmente grande.

Além disso, muitos clientes reclamaram que não haviam recebido os produtos que pagaram. Triste.

Vegan ou não?

Com o boom dessa notícia, várias informações vieram a tona. Uma delas era que os glitters vendidos pela marca como de produção própria nada mais eram do que produtos reembalados.

Pior do que isso é o fato da marca não ser mais vegana. Sei que muitos clientes compram Lime Crime justamente por não utilizar em sua composição nada de produto animal. O que aconteceu foi que, na composição dos velvetines tinha vaselina, que não é um ingrediente vegan. A Doe Deere (CEO e proprietária da marca) disse que o batom era, sim, vegan e esse ingrediente misteriosamente sumiu do site. Mistério do desaparecimento da vaselina!

Estamos realmente com receio de comprar os produtos da marca. Sempre fizemos resenhas positivas e continuamos achando a qualidade dos produtos muito boa, mas a partir do momento em que o consumidor é lesado a coisa começa a pegar. Podemos dizer que tão cedo não voltaremos a comprar produtos Lime Crime. De forma alguma iremos parar de usar o que já temos até pq é caro, né?, mas não admitimos que várias pessoas sejam lesadas e que nenhuma providência seja tomada pela marca. Isso é coisa muito séria!

Hoje mesmo uma amiga nossa me contou que recebeu uma carta da Lime Crime e que, resumidamente, eles pediam pra ela verificar o extrato das compras do cartão de crédito e ver se não havia nenhuma cobrança indevida. Se houvesse eles iriam fazer o que?

Bom, agora cabe a você decidir se irá continuar ou começar a comprar os produtos da marca. Vamo combinar que com essa alta do dólar é facinho de parar de comprar rs. Já vimos gente vendendo os batons por 135 dinheiros. CENTO E TRINTA E CINCO! Risos intermináveis pra esse preço. Vamos, então, continuar a caçar dupes brasileiras e/ou com um precinho mais em conta.

Espero que as dúvidas que vocês tinham ou que nem sabiam que tinham tenham sido esclarecidas com esse post. Se ainda restar alguma dúvida pode deixar nos comentários que faremos de tudo pra esclarecer.

Beijos mil ;**

 

 

 

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Babi: do liso até o cacheado natural e a saga do ruivo desejado

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Sabemos obviamente que, além dos nossos dois tipos de cabelo, meu + o da Nay, existem milhares e milhares de tipos e cores diferentes entre as pessoas que acompanham o nosso blog e, como não existe O cabelo universal — GRAÇAS E AMÉM, né? Afinal essa é a maravilha da diversidade –,  achamos que seria super demais convidar uma amiga para falar de mais um tipo de cabelo: os cacheados com coloração <3. Por isso, chamamos a Babi Santos (designer linda e talentosa) para falar de toda a saga com os seus cabelos, que já passou por vários tons até chegar o ruivo e, claro, para contar sobre a maravilha que é deixar de alisar o cabelo e viver o seu cacheado natural. O resultado desse convite? Adoramos! A Babi deu mil dicas: de coloração até o processo da volta dos cachos. Vejam aí:

De castanho/preto/chocolate para o ruivo 

Babi Santos

Nunca fui muito conformada com meu cabelo, mudava a cor, o corte, a forma… Bastava passar uns meses com a mesma cara que cansava de me olhar no espelho. Agora, há 4 anos que uso a mesma cor nos fios, a última vez que isso aconteceu eu era criança – e olhe lá, que minha mãe também era chegada em umas mudanças.

A cor natural do meu cabelo, segundo o cabeleireiro, é louro escuro, que na prática funciona como um castanho claro. A primeira vez que pintei foi de vermelho, com 12 anos. Lembro até hoje de sair do salão com uma blusa vermelha, cabelo vermelho, batom vermelho, e encontrar a cara de assustada do meu pai esperando dentro do carro. Entre os 12 e os 19 passei por vários tons de tintura: acaju, preto, Borgonha (fica entre um tom vermelho escuro – vinho), chocolate, mechas em cima, mechas embaixo, mechas atrás (…). E então, quando fiz 18 anos decidi que queria-porque-queria ter o cabelo “ruivo laranjinha” ou “ruivo cenoura”, mas acabava nunca indo ao salão. Minha amiga Ketlen era minha cabeleireira oficial, a gente procurava tutoriais, blogs, começamos a entender de tintas, pontuações, quais nuances deveríamos usar, e no fim de 2011 fizemos a primeira tentativa de me deixar com o cabelo ruivo acobreado: fuen! Saí da casa dela com o cabelo super cereja e dois dias depois resolvi ir ao salão consertar a cagada.cabelo.09-10

O cabeleireiro fez um processo chamado rissagem, em que primeiro se passa tinta no cabelo e depois descolorante por cima da tinta, ou seja, nunca precisei descolorir meu cabelo por inteiro, ele sempre teve facilidade de pegar cores claras, portanto a rissagem bastou. Saí do salão feliz da vida, com cabelo ruivo-cenourinha e muita ampola pros fios aguentarem.

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Como entender as tintas

Daí pra frente precisei entender mais sobre pontuações das tintas para manter a cor dos fios, procurava coisas na internet e ia até a loja Planeta Cosméticos (Belém – Av. Pres. Vargas) descobrir o que tinha disponível na cidade. Tentando explicar de forma resumida, quem quer ficar ruiva acobreada deve entender que a pontuação da sua tinta geralmente começa com 7 (loiro médio) ou 8 (loiro claro), salvo algumas tinturas que começam com 6 (loiro escuro) e mesmo assim conseguem clarear. Essa numeração antes do ponto é que define qual é a tonalidade principal da tinta, e a numeração depois do ponto indica quais as nuances e tons que a coloração agrega. No caso do ruivo acobreado, usualmente as numerações seguidas do ponto são o .4 (cobre, responsável pelo tom de laranja) ou .3 (dourado, que garante aquela tonalidade de ruivo natural), sendo que algumas tintas são .34 ou .43, ou seja, uma tinta 7.34 é Loiro Médio Dourado Acobreado. O primeiro número depois do ponto define qual nuance virá com maior intensidade: usando o mesmo exemplo, na tinta 7.34 o tom dourado é mais forte que o cobre. Se você quiser uma cor laranja fantasia, precisa procurar uma tinta 7.44 (loiro médio cobre extra, por causa da repetição do número 4) ou 7.40 (loiro médio cobre “puro”, sem mistura com outra nuance).

Essa regra é geral, mas nem sempre se aplica porque algumas marcas trocam a numeração de suas colorações. A Igora, por exemplo, utiliza a numeração 7.7 (parece que mudou para 7.70), que é a equivalente a um 7.4. Falando na Igora, acho que essa tintura foi a que mais gostei até hoje, mas sempre está em falta na Planeta Cosméticos. Se souberem de outro lugar que venda por um preço que não me valha os olhos, me avisem pls* (final do texto).

Além da Igora, outra tinta que recomendo é a C. Kamura 7.40 (mais barata e mais fácil de encontrar em Belém), pela lógica da numeração ela é predominantemente laranjada, e é isso mesmo. No primeiro dia que pinto acho a cor muito fantasia, mas com algumas lavagens fica um tom de ruivo lindo. Lembrando que isso varia de cabelo para cabelo, uma amiga pinta com ela e de primeira fica o tom que ela gosta. A desvantagem dessa tinta é que ela desbota mais rápido do que a Igora.

É bom ter em mente que, por mais que a tinta seja cara, o sol, chuva, lavagens, poeira, etc, desbotam a cor dos fios, deixando-os opacos e com tom de água-de-salsicha. Para resolver isso não é tão difícil, existem tonalizantes disponíveis na Planeta Cosméticos como o Keraton Cobre (ou Canela) e o C. Kamura Cobre que são muito simples de passar, no banho mesmo, e não contém amônia. Ainda da marca Keraton, aconselho a comprar o Crazy Orange, uma tintura provisória para cores fantasia, como laranja, verde, azul… Como não é permanente, ela não contem amônia, e você pode misturar ao creme de hidratação na proporção de 1:2 (uma colher de tonalizante para duas de creme) e passar uma vez por semana, como uma hidratação comum. Lembrando que o creme tem que ser branco.

Do liso para o cacheado

O início dos anos 2000 teve disso: cabelo bonito é cabelo liso. Surgiram 3652145 tipos de escovas, e eu me rendi à famosa e pioneira Escova Definitiva. Comecei fazendo processos de relaxamento, porque queria só reduzir o volume, mas acabei alisando cada vez mais e no meu período de Convênio, em 2008, assumi o visual liso total. A verdade é que foi por pura falta de saber como lidar com minha jubinha, eu não entendia que cabelo cacheado tem volume SIM, fica bagunçado SIM, NÃO PODE partir do meio e dá trabalho ATÉ DEMAIS. Até então achava que deveria só lavar e sair na rua pra ver o que acontece. Desastre, né?

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Então em 2012 decidi que queria começar a deixar o cabelo natural crescer, e foram meses de estica, puxa e enrola. Acho que passei uns 7 meses esperando ele crescer o suficiente pra que desse para cortar e deixar natural, mas enquanto isso experimentei usar todo liso e meio-liso-meio-cacheado. Para chegar nesse último resultado eu aproveitava que metade dele já estava cacheado e tentava cachear só as pontas, geralmente passava uma pomada texturizadora, dormia com duas tranças e no outro dia as pontas estavam onduladas, mas esse efeito durava pouco e era um saco ter que ficar ajeitando o cabelo durante o dia, ou vê-lo se desfazer em 5 minutos numa festa calorenta de Belém.

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Passar pelo processo de mudança do liso para o cacheado é um saco, nós sabemos, mas vale super a pena se você quer voltar a lidar com as madeixas naturais. Meu conselho: paciência. Tem que ir testando como fica melhor conforme ele vai crescendo, tenta de um jeito, tenta de outro, pesquisa coisas na internet… Tudo pra que esse processo seja o menos traumático possível. E no final, minha gente, só alegria!

Luiza:

Durante um bom tempo comprei Igora na Raf Mix, uma loja que ficava na Padre Eutíquio, ao lado do colégio Santa Rosa.  Qualquer pessoa podia comprar lá, não era só para profissionais de salão. Não era tão barato quando Planeta Cosméticos, mas na época custava em torno de R$ 32 um tubinho de Igora. Tivemos notícias de que a loja fechou 😦 Fazia mesmo um bom tempo que não passava ou tentava comprar lá (tenho comprado pela internet). Então, se alguém tiver alguma dica válida, avisa! 🙂 

E então, curtiram o Shake It Convida?

Obrigada por ter topado o convite, Babi!

Um beijo e bom final de semana.

 

Batom Líquido Mate da “Quem disse, Berenice?”

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Segundo post da semana falando de produto da “Quem disse, Berenice?“. Juro que foi totalmente involuntário ahahah. Hoje nós vamos falar do lançamento da marca: os batons líquidos mate. Nós já declaramos o nosso amor por esse tipo de batom nesse post aqui. Muitas marcas estão investindo nesse produto e a gente a m a novidades. Principalmente se envolve a palavra “batom” e “mate” na mesma frase rs.

Logo de cara fiquei curiosa pra saber como ia ser esse produto da marca. É fato que muitas prometem muito com esse batom, mas acabam não cumprindo. Sou fã de carteirinha das fórmulas da Kat Von D e da Lime Crime apesar de que com toda essa confusão ao redor da marca fiquei com os dois pés atrás, mas isso é assunto pra outro post. Fiquei ainda mais curiosa, pois li muitas opiniões legais sobre o produto. Não tinha como não ter só um.

Chegando a loja vi que quase todas as cores estavam esgotadas. Lógico, né? Das 12  só tinham 5 cores disponíveis e dessas 5 cores selecionei o roseli, pinkli e veveli. 

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Vamos começar com o Roseli que é um rosa bem clarinho. É aquele rosa que beira o “não dá pra usar”. Sou muito chata com rosa com fundo muito azulado e esse batom é meu limite de usável. Juro que pensei que não fosse gostar tanto, mas acabei curtindo. Dos 3 que comprei ele é o único que é meio chatinho de passar. Fica um pouco marcado do pincel, sabe? Mas nada que te traga muita dificuldade.

O segundo é o Pinkli que tem uma cor super berrante e claro super rosa. Ele é bem chamativo e não é aconselhado para quem quer passar desapercebida pela vida. A aplicação dele é super fácil!

O terceiro e último é o Veveli que é lindo de morrer! Sério… A cor dele lembra bastante o Ruby Woo. É um vermelho aberto, mas sem fundo laranja. Amei. Com certeza meu favorito até agora. Aplicação super fácil e duração incrível. Passei o dia com ele na boca fazendo todas as refeições que tenho direito como ser humano e ele ficou firme e forte.

No geral os batons da QDB são excelentes. Não sei se existem nacionais melhores do que esses. O cheiro, a pigmentação, a facilidade na aplicação… Tudo é realmente excelente! Adorei.

Aproveitei a oportunidade pra fazer essa comparação amiga. Pra quem não quer gastar muito com os batons gringos, aí estão as nossas versões brasileiras.

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O Red Velvet da Lime Crime é um pouco mais escuro que o Veveli, mas o acabamento é o mesmo e a duração igualmente. Já o Pinkli é mais claro e azulado que o Backstage Bambi da Kat Von D.

O preço é ótimo. Vi algumas pessoas reclamando na fan page da marca. Pela qualidade do produto o preço é ótimo. É um produto realmente bom e bem melhor do que de muitas marcas por aí. Custa R$29,90. Vende da loja física ou on line da marca.

Já testaram os batons da marca? Curtiram?

Beijos mil ;*

Lookbook #15: This Is New

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Sabe os dias que você vê beleza em peças básicas que estão no seu guarda-roupa? Assim eu me sinto com as escolhas do Lookbook #15. Abro o armário e vejo – pra variar – uma muscle tee, as regatas cavadas, que tanto tenho e falo aqui no Shake It, uma saia mini preta básica e, depois, escolho aquele que é um dos meus tênis favoritos e pronto, me sinto ótima para ir pra qualquer lugar. Fotos lookbook: Mário Camarão (lookbook completo na galeria).

As escolhas de hoje são total Farm e garanto que não daquelas que levam muito do nosso dinheiro, ahahaha. Começando pela regata cavada, preciso dizer que amo a silk dessa também – sim, o corte parece com a última do lookbook passado que falei, né? Essa é uma parceria Disney e Farm (com o que essa loja não faz collab?!), pode reparar que é o Zé Carioca. Ganhei de presente, mas lembro que custava algo por volta das regatas da marca, como R$ 79,90. Curtiu? Ela é da coleção passada, mas como também já falei, vocês encontram muitas outras de corte parecido por aí, por exemplo, na Oh Céus.

A saia também é Farm. Não costumo curtir saias justinhas assim, mais por conta de achar que não fica muito legal em mim, mas junto de uma blusa mais soltinha e um tênis, que deixa tudo mais básico, fica ideal. Quando comprei, tava em promoção, ela custou R$ 89,90, também da coleção passada. Curtiu? O bom, para quem curtiu, é que a mesma ainda pode ser comprada AQUI. É sempre bom ter uma peça bem básica, afinal você vai ter mil opções para combinar, desde blusas até sapatos diferentes.

O tênis é Adidas, mas daqueles vendidos na Farm. Amei as franjinhas, na hora que vi, me encantei. Apesar das cores, ele combina muito com vários estilos de roupas, inclusive algumas super estampadas, já que o cinza que prevalece acaba neutralizando. Não largo por nada! Também coleção passada – égua, mas tu só usas peças de coleção passada, né? Sim, valeu promoção, ahaha –, mas também é possível encontrar adidas (sem franjas :/) de outros modelos, com o mesmo formato, no próprio site da marca, tipo esse.

E você, tem dessas de ver beleza em peças “de sempre”?

Um beijo.

Pó Translúcido da “Quem disse, Berenice?”

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Depois de muito testar vim, finalmente, fazer resenha pra vocês do Pó Translúcido antibrilho da “Quem disse, Berenice?”. Pó é coisa séria… Ainda mais translúcido hahaha. Um perigo nas mãos descuidadas, por isso é sempre bom usar com bastante atenção e cautela.

Há algum tempo só usava o pó translucido da Kryolan que é maravilhoso em uma cor amarelada. Perfeito e não corria o risco de estourar no flash da foto. Como o dólar não tá colaborando com nenhum tipo de compra internacional, o jeito foi experimentar algum novo produto e ver se conseguiria substituir. Na hora de escolher fui também por indicações. Vi que muita gente usava o da Quem disse e falava super bem.

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Ele é muito fininho… Muito m e s m o. Achei a absorção dele excelente também, mas ele não dá cor alguma. Que fique bem claro que o pó translucido só é feito para tirar o brilho do rosto e não corrige nem dá cobertura alguma. Pra isso temos os outros pós no mercado aí!

Indico esse pó pra quem quer “selar” o corretivo ou pra quem usa aquela base muito melecada e não curte o efeito que ela dá. Ele deixa a pele bem sequinha. Por um lado isso é muito bom e tem o outro lado ruim que é de dar um efeito mattizado muito artificial. A dica é passar só nas áreas que você sabe que são mais críticas de oleosidade (famousa zona T) e pronto. Deixar o resto do rosto com aquele aspecto de “é minha pele mesmo. não estou usando nada!”.

A embalagem vem bastante produto e pra quem só usa em si mesmo dura séculos vidas milênios. Pra quem trabalha é uma ótima opção, pois não te deixa desesperada pra comprar outro logo logo. Maquiadores sabem o quanto é doloroso ver um produto acabando hahaha.

Vende nas lojas físicas da marca e no site (aqui) e custa R$53,90.

Já usou o pó translúcido da Berê? Tem outra sugestão de produto?

Deixa um comentário aqui!

Beijos mil ;*

Death Cab for Cutie e seu novo “Kintsugi” para streaming

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Somos mesmo viciadas em música. Mas claro que não por toda e qualquer música. Tem uma banda que adoramos, especificamente, e passamos boa parte dos nossos dias escutando e curtindo um pouco dela podia ser Wilco, né? Mas ok, dessa vez não estou falando deles, ahaha. Aliás, há um bom tempo não escutávamos nada novo deles, mas, para animar essa segunda-feira, hoje foi liberado para streaming o novo disco da banda Death Cab for Cutie <3.

Essa é daquelas trilhas para dias felizes ou tristes, ou seja: tem para todos os momentos, rs. Desde 2011 eles não lançavam nada novo, o ano do disco Codes And Keys, mas hoje, o grupo disponibilizou via NPR Rádio o novo álbum, Kintsugi, para quem quiser matar a curiosidade (ouça aqui). E só de escutar a gente já sente Death Cab for Cutie.

Sobre o nome do disco: Kintsugi é uma técnica japonesa que repara peças de cerâmica quebradas, com resina, ouro… Na intenção de tornar a peça que foi restaurada melhor ainda. Esse significado pode dizer e muito sobre esse novo disco do grupo, sobre inspiração e situações vividas por eles e, também, pode mostrar uma nova fase, já que é o primeiro após a saída do guitarrista Chris Walla. O guitarrista chegou a participar desse novo trabalho, saiu quando o disco já estava pronto.

Coincidência ou não, o nome do disco faz todo sentido para a banda e até sobre a vida pessoal deles, assim como a de Ben Gibbard, por exemplo, ex da Zooey Deschanel. Resta saber se vai agradar. O álbum está na pré-venda, com previsão para o dia 31 de março. Para quem é tipo eu, que ainda curte comprar discos <3, adianto que tem para todos os gostos: CD, vinil, a versão digital e até versão fita cassete .

O Shake It já escutou. E vocês?

Beijos!

TOP 5: Sombras da M.A.C

Muitas pessoas no total de 5 já me perguntaram quais sombras eu amo/sou da M.A.C. Tá certo que a marca tem milhares de sombras e umas até bem parecidas com as outras, diferenciando as vezes só no acabamento. Sempre que chego na loja fico com um misto de euforia e desespero, pois não sei por onde começar. É sempre assim. Se você não sabe nem por onde começar (que nem eu sempre) assiste o vídeo que fizemos pra você. Quem sabe não te ajudamos a começar a colecionar?

As sombras são:
1. Folie
2. Nylon
3. Espresso
4. Brulé
5. Fig1

Fiz uma maquiagem com a “Nylon”, “Folie” e”Fig1″ e resolvi colocar aqui pra vocês verem o motivo do amor. Fiz essa maquiagem depois de gravar o vídeo e juro que não foi proposital ahahah. Nessa make também usei a “Carbon” da M.A.C que é um preto opaco normal.

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Curtiu? Não esquece de se inscrever no nosso canal, tá?

Beijos mil
;*

 

Agradecimento especial à Raissa, modelo nas horas vagas, e a galera do Estúdio Ovelha Negra

Melissa e a coleção de outono/inverno

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Sabe Melissa? Uma marca que virou um tipo ou estilo de sapatos de tão popular que se tornou. Ela ficou bem conhecida entre as adolescentes. Quando alguém buscava esses sapatos de plásticos, mesmo não sendo da marca, as pessoas chamavam de melissa, melissinha e entre outros. Se existe algo que não compro já tem muito tempo, pelo menos uns 10/11 anos – juro que acho que é por aí – é uma Melissa, e falo de qualquer sapato de plástico. Mas lembro de ser tão viciada nelas, que queria um modelo de cada. Lá pelos meus 14 anos, simplesmente, decidi enjoar delas e deixar de comprar. E assim foi, só que até ver alguns modelos da coleção de inverno.

Já tem um ano que estou ensaiando uma volta delas na minha vida. Ando olhando o site e gostando dos modelos novos e, inclusive, super atuais. Não sou de gostar de todo e qualquer modelo diferente, claro, mas tem uns ali que estou desistindo de lutar contra, quase não resistindo e comprando, ahahaha.

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Vocês sabem as solas tratoradas? Já falamos no blog sobre curtir essa moda, mas ainda não achamos por aqui, com tanta facilidade, os modelos legais, até que a Melissa nos traz alguns dos modelos inspirados, que estão sendo muito usados por aí. É a bota tipo plataforma, inspirada no estilo grunge <3, a tal chunky boots ou shoes, que também já falamos pelo Shake It. Na marca, o modelo chama Stellar. Tenho uma Jeffrey Campbell no estilo plataforma, mas além de não ter a sola tratorada, a plataforma é apenas gigantesca (mais de 11 cm)! Não tem como usar em todo e qualquer lugar, isso sem mencionar os spikes no salto. Já o modelo Stellar é mais “básica” e mais “baixa” (8 cm) — comparando com outros modelos super extravagantes, claro –, ela dá mais sustentabilidade pela plataforma e aparenta ser mais confortável.

Apesar de ter adorado encontrar o modelo na Melissa, o valor não agradou muito, pelo material e para o bolso: R$ 290. O modelo faz parte da coleção de outono/inverno. Sem dúvida, ideal. Além desse design, amei outros, como a bota Soldier II <3; as rasteiras Flox (da coleção antiga); a Flox II, da nova coleção; a Creatives Flat; até a Flox High eu curti. E, ainda, para quem gosta das cut out boots, tem a Antares, todas com a sola tratorada <3.

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melissa flox

melissa flox high

Sem dúvida, já estou MESMO ensaiando a compra de algum modelo. E vocês aqui, compram melissas? Gostaram dos modelos super atuais?

Um beijo!

 

Matte Bronzer da NYX

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A NYX é uma marca que eu já conheço e uso de longas datas. Sempre comprava alguma coisa quando ia à SP ou pedia pelo meu querido Cherry Culture. Tô floreando pra ilustrar a situação de conhecer vários produtos da marca, mas nunca ter tentado o bronzer. Sou apx por bronzer e amo os efeitos que ele dá. Sei que muitas meninas também são loucas por ele, então resolvi fazer uma resenha da minha última aquisição “a nível de” bronzer que é o Matte Bronzer da NYX na cor Deep 02.

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Escolhi o que achava que ia ser o mais coringa na hora de maquiar pessoas mais branquinhas. O legal de um bronzer é poder construir as camadas e acrescentar mais cor sem deixar aquele “belo” efeito de chinelada na cara. Então acertei na escolha do Deep 02. Não é tão clarinho, mas também não pesa.

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Essa sou eu com a maior cara de sono do mundo e sem o bronzer. Só base e olhos @@.

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Essa sou eu com meu bronzer e com uma carinha de saúde que dá gosto. Confesso que curto bem mais bronzer do que o blush. Mas, claro, tudo com moderação.

Ao total eu acho que são 5 cores do bronzer. Pfv, me corrijam se eu estiver enganada!

Paguei R$79 por eles e comprei na loja física da marca em um shopping da minha cidade. Vende também on line aqui.

Beijos mil! ;*

 

Lookbook #14: It’s Just That Simple

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Semana de lookbook para deixar dicas com peças “It’s Just That Simple”. Dessa vez adotamos opção casual para o dia, tarde, passeios da noite, ou seja: diversas situações, ahaha. Tem calça skinny rasgada – detonada por mim –, a regatava cavada ou muscle tee, tênis branco ❤ e até a gargantilha que adoramos. Peças assim, felizmente, são simples de encontrar e servem para todos os dias que bater a preguiça na hora de vestir. Fotos: Mário Camarão (lookbook completo na galeria).

Calças jeans, camiseta e tênis estão sempre entre as opções mais confortáveis e amáveis que encontro para os dias que quero me arrumar rápido. Sem erros e acertos pelas nossas escolhas, como sempre falamos, tá? Sabemos bem que o importante é se sentir à vontade. Mas essa é, de fato, uma das opções mais universais encontrada pelas pessoas, tirando ou colocando algum detalhe aqui e ali, dependendo do gosto de cada pessoa, claro.

Essa calça preta é uma skinny que veio inteiraça, mas quando cansei um pouco dela, decidi dar uma detonada rasgando no joelho. Sim, fiz sozinha sem medo de fazer tudo errado, ahahaha. Eu e a tesoura. Recomendo a mudança, se você estiver segura dela. Essa calça é da C&A e me apaixonei pelo fato de ter vestido bem e, o melhor: ela é acinturada. Sabemos que ainda não é tão simples encontrar peças acinturadas ou cintura alta nessas lojas. Na época, essa me custou R$ 69,90 e, no meu caso, valeu a pena. Ela já desbotou diversas vezes, mas usei tintou para resolver a situação. Achamos uma bem parecida na C&A mesmo e pelo mesmo valor que paguei antes, a diferença é que essa fecha por um zíper lateral, a minha tem o botão e tal. Mas a cintura é a mesma. Na Oh Céus Store achamos uma que já vem rasgada, só que são diversos rasgadinhos, eu, por exemplo, já não gosto tanto, mas fica a dica para quem não estiver segura de fazer a sua.

A regata cavada ou muscle tee, como falam, é uma das peças que mais tenho no meu armário. É viciante de tão prática também. Adoro o tipo de silk que tem nessa. Ela é da coleção antiga da Farm. Quando comprei foi R$ 79,90. Apesar de não encontrar mais a mesma, o que não falta é esse tipo de regata em lojas. Encontramos uma no mesmo estilo na Oh Céus também (que está mais em conta), outra deles aquiuma do Michael na Farm e vocês também encontram diversas na Riachuelo e Renner.

Tênis branco já foi comentado em um post específico aqui. Atualmente, os sneakers branco estão como favoritos para a galera da moda. Não que ele tenha ficado de lado em algum momento, mas ele está muito querido esses tempos. Esse meu aí é da Cavalera. Pouco compro na loja, mas tinha adorado essa na época spikes e mesmo enjoando um pouco deles, continuo amando esse tênis. Foi mais ou menos R$ 139,90, mas como já faz um tempinho, nem tenho certeza. Já que esse, dificilmente, vai ser encontrado nas lojas, separamos umas outras opções para vocês: All Star, um Whoop e o meu favorito, o Nike.

A gargantilha também já foi comentada, só que em outro lookbook. Tinha dito que essa foi feita por mim, né? Comprei metro desse couro em fita, pingente e pronto, ganhei uma gargantilha <3.  Tudo comprado no comércio. Não gastei nem R$ 5 nisso :).

 

E então, o que vocês acharam do lookbook “It’s Just That Simple”?

Um beijo!